Postado por
UJS - ACRE
comentários (0)
O Socialismo não acabou, ele se adaptou aos novos tempos. Até para que o socialismo como era pensado, sonhado, idealizado a algumas décadas atrás é inviável. O Socialismo como se queria antigamente só era possível de ser implantado através de uma revolução e da imposição governa mental, isso acabou criando ditaduras brutais, o socialismo hoje se da através de políticas publicas que acabam beneficiando o trabalhador e os mais excluídos como é o caso do governo Lula . Não é ainda o que se gostaria, mas é o que é possível fazer.
A única certeza que nos resta é a de que nós socialista lutaremos sempre, na esperança de torna esse mundo um lugar melhor pra se viver.
E que a esperança de "dias melhores" surjam sempre, é ela que um dia irar erguer nossa bandeira.
Fonte: UJS Feijó
A única certeza que nos resta é a de que nós socialista lutaremos sempre, na esperança de torna esse mundo um lugar melhor pra se viver.
E que a esperança de "dias melhores" surjam sempre, é ela que um dia irar erguer nossa bandeira.
Fonte: UJS Feijó
Marcadores:
Outros
Postado por
UJS - ACRE
comentários (0)
Em mais uma edição da campanha “Se Liga 16!”, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), mostrou a nossa juventude a força que tem. A massa secundarista vestiu a camisa e provou que ela pode, sim, tomar a decisão por ela mesma e ajudar a construir um Brasil melhor através do voto.
A UBES levou a Campanha "Se Liga 16! 2010 é a nossa vez" para cinco mil escolas de todo o Brasil. E em um período de três meses incentivou 200 mil jovens de 16 e 17 anos a tirarem o título de eleitor. O prazo para a retirada do documento terminou na última quarta-feira, 5.
"A campanha foi um grande sucesso. Só na mobilização direta nas salas de aula, conseguimos que 200 mil jovens fossem orientados sobre a importancia da retirada do título de eleitor. Mas acreditamos que o número seja bem maior", afirmou o presidente da UBES, Yann Evanovick.
Além da campanha nas salas de aula, a UBES enviou milhares de mensagens nas redes sociais, posts no twitter e textos no portal da entidade para conscientizar os jovens sobre a importância do voto. "A mobilização foi muito positiva e agora podemos dar início a segunda fase da campanha, que é o voto consciente. Nosso objetivo é conscientizar o jovem sobre a importância de seu voto para a democracia do país," esclareceu o presidente da UBES.
Ainda segundo Yann, "se o jovem quer educação, cultura, e tecnologia, ele tem que exercer o voto consciente desde cedo, para poder participar mais ativamente do desenvolvimento de seu país e dele próprio como cidadão.”
Da redação.
A UBES levou a Campanha "Se Liga 16! 2010 é a nossa vez" para cinco mil escolas de todo o Brasil. E em um período de três meses incentivou 200 mil jovens de 16 e 17 anos a tirarem o título de eleitor. O prazo para a retirada do documento terminou na última quarta-feira, 5.
"A campanha foi um grande sucesso. Só na mobilização direta nas salas de aula, conseguimos que 200 mil jovens fossem orientados sobre a importancia da retirada do título de eleitor. Mas acreditamos que o número seja bem maior", afirmou o presidente da UBES, Yann Evanovick.
Além da campanha nas salas de aula, a UBES enviou milhares de mensagens nas redes sociais, posts no twitter e textos no portal da entidade para conscientizar os jovens sobre a importância do voto. "A mobilização foi muito positiva e agora podemos dar início a segunda fase da campanha, que é o voto consciente. Nosso objetivo é conscientizar o jovem sobre a importância de seu voto para a democracia do país," esclareceu o presidente da UBES.
Ainda segundo Yann, "se o jovem quer educação, cultura, e tecnologia, ele tem que exercer o voto consciente desde cedo, para poder participar mais ativamente do desenvolvimento de seu país e dele próprio como cidadão.”
Da redação.
Marcadores:
Outros
Postado por
UJS - ACRE
comentários (0)
"A UNE não tem candidato nem tem anti-candidato. A UNE tem um projeto para o país e vai lutar por ele nas ruas",afirmou Augusto Chagas, presidente da entidade.
O 58º Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE terminou neste domingo com uma decisão estratégica: a reafirmação da autonomia da entidade frente a partidos e governos.
Ao mesmo tempo, os estudantes definiram um projeto político que a UNE defenderá nas eleições, o Projeto Brasil (leia a íntegra aqui), apresentando suas bandeiras para os candidatos e pautando a discussão do programa com toda a sociedade. Mais valem as ideias
A polêmica acerca de um possível apoio formal da entidade a um dos pré-candidatos foi levantada e permeou os principais debates do CONEG.
Na imprensa, a cobertura apontava para um suposto apoio à Dilma Roussef ou a aprovação de uma resolução apontando que, desde o primeiro turno, trabalharia contra a candidatura de José Serra.
Qualquer das decisões seria uma novidade, pois a septuagenária entidade dos universitários brasileiros reúne correntes ligadas à esquerda e à direita e sempre teve sua independência como fator garantidor da unidade interna. Além disso, historicamente, a UNE tem se pautado pela apresentação de um programa avançado, sem escolher oficialmente candidatos, o que não impede seus dirigentes de terem posições pessoais na eleição.
Augusto salientou que a decisão tomada no fórum foi a melhor para o país e para a garantia da unidade do movimento estudantil. "A UNE saiu daqui unida, independente, com aquilo de mais valioso na nossa história,
que é a proposta, a opinião dos estudantes de transformação do Brasil".
Posição contra o retrocesso
Os estudantes tomaram ainda firme posição contrária ao retrocesso do país ao neoliberalismo. O Projeto Brasil aprovado faz duras críticas aos dois governos de Fernando Henrique Cardoso e se compromete a combater nas ruas a volta àquele passado de privatizações, subserviência aos interesses dos países ricos, falta de democracia e de compromisso com os direitos do povo.
A decisão favorável à apresentação de um programa avançado, mantendo a autonomia da entidade frente a partidos e governos teve apoio da ampla maioria dos delegados presentes e uniu o movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", liderado pela UJS, as correntes do PT Kizomba, CNB, Articulação de Esquerda, além da Juventude Pátria Livre (JPL), JSB, JS-PDT e estudantes independentes. Dos 214 delegados, 181 apoiaram a proposta vencedora.
De São Paulo,
Fernando Borgonovi
O 58º Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE terminou neste domingo com uma decisão estratégica: a reafirmação da autonomia da entidade frente a partidos e governos.
Ao mesmo tempo, os estudantes definiram um projeto político que a UNE defenderá nas eleições, o Projeto Brasil (leia a íntegra aqui), apresentando suas bandeiras para os candidatos e pautando a discussão do programa com toda a sociedade. Mais valem as ideias
A polêmica acerca de um possível apoio formal da entidade a um dos pré-candidatos foi levantada e permeou os principais debates do CONEG.
Na imprensa, a cobertura apontava para um suposto apoio à Dilma Roussef ou a aprovação de uma resolução apontando que, desde o primeiro turno, trabalharia contra a candidatura de José Serra.
Qualquer das decisões seria uma novidade, pois a septuagenária entidade dos universitários brasileiros reúne correntes ligadas à esquerda e à direita e sempre teve sua independência como fator garantidor da unidade interna. Além disso, historicamente, a UNE tem se pautado pela apresentação de um programa avançado, sem escolher oficialmente candidatos, o que não impede seus dirigentes de terem posições pessoais na eleição.
Augusto salientou que a decisão tomada no fórum foi a melhor para o país e para a garantia da unidade do movimento estudantil. "A UNE saiu daqui unida, independente, com aquilo de mais valioso na nossa história,
que é a proposta, a opinião dos estudantes de transformação do Brasil".
Posição contra o retrocesso
Os estudantes tomaram ainda firme posição contrária ao retrocesso do país ao neoliberalismo. O Projeto Brasil aprovado faz duras críticas aos dois governos de Fernando Henrique Cardoso e se compromete a combater nas ruas a volta àquele passado de privatizações, subserviência aos interesses dos países ricos, falta de democracia e de compromisso com os direitos do povo.
A decisão favorável à apresentação de um programa avançado, mantendo a autonomia da entidade frente a partidos e governos teve apoio da ampla maioria dos delegados presentes e uniu o movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", liderado pela UJS, as correntes do PT Kizomba, CNB, Articulação de Esquerda, além da Juventude Pátria Livre (JPL), JSB, JS-PDT e estudantes independentes. Dos 214 delegados, 181 apoiaram a proposta vencedora.
De São Paulo,
Fernando Borgonovi
Marcadores:
Outros
Postado por
UJS - ACRE
comentários (0)
Se as gerações de outrora deixaram os registros de suas valorosas contribuições por conta do combate à Ditadura Militar e nas mobilizações do Fora Collor, por exemplo, cabe a nós comprarmos o debate do pré-sal e nos posicionarmos em favor da juventude e dos trabalhadores brasileiros.
Afinal, estes sempre foram excluídos do acesso à riqueza proporcionada pelos ciclos econômicos desenvolvidos no nosso país. Assim foi durante à exploração do Pau-Brasil, do ouro, da borracha, do café, do cacau, etc.
E assim também seria na descoberta do petróleo em solo brasileiro, a partir de 1939. No entanto, os estudantes impediram essa afronta com a campanha “O petróleo é nosso”, denunciaram os “entreguistas” que preferiam ver esta riqueza sendo explorada por empresas internacionais e conquistaram, em 1953, a fundação da Petrobrás.
Com a recente descoberta das extensas reservas de petróleo na camada do pré-sal, se descortina nova possibilidade de avançarmos no desenvolvimento do país. Por outro lado, surgem novamente àqueles que pretendem abrir ainda mais espaço para que empresas estrangeiras venham se apossar de nossas riquezas. Mas, também, existe a possibilidade de que os recursos oriundos do pré-sal sejam investidos em benefício dos brasileiros.

Por conta disso, a UNE, a UBES e a ANPG tomam o exemplo da geração do “Petróleo é nosso” e lançam a campanha em defesa de 50% do FUNDO SOCIAL DO PRÉ-SAL para a EDUCAÇÃO.
Dessa forma, pretendemos avançar nas mudanças que já estão em curso e ampliar o investimento na educação, que hoje gira em torno de meros 5% do PIB.
Reconhecemos os ganhos que representam o ingresso de milhares de novas pessoas nas universidades por meio do PROUNI e do aumento do número de vagas nas universidades federais, da criação dos IFET's, dentre outras coisas.
Mas sabemos que isso ainda e pouco, pois as estruturas das escolas e universidades precisam muito ser melhoradas e os 14 milhões de analfabetos existentes no país clamam por alguma oportunidade para terem suas vidas modificadas.
Logo, é fundamental fortalecermos essa bandeira de luta. Pautas específicas trabalhadas nos estados nos últimos anos, como a meia-passagem, o passe-livre, a reforma universitária, entre outras, são extremamente importantes. E todas elas podem ser viabilizadas caso a luta pelos 50% do pré-sal na educação seja implementada.
Portanto, é extremamente importante convergirmos o engajamento e a combatividade que nos caracteriza para, juntos, construirmos nas ruas um novo Brasil e um futuro melhor para todos.
Yann Evanovick é Presidente da UBES
Afinal, estes sempre foram excluídos do acesso à riqueza proporcionada pelos ciclos econômicos desenvolvidos no nosso país. Assim foi durante à exploração do Pau-Brasil, do ouro, da borracha, do café, do cacau, etc.
E assim também seria na descoberta do petróleo em solo brasileiro, a partir de 1939. No entanto, os estudantes impediram essa afronta com a campanha “O petróleo é nosso”, denunciaram os “entreguistas” que preferiam ver esta riqueza sendo explorada por empresas internacionais e conquistaram, em 1953, a fundação da Petrobrás.
Com a recente descoberta das extensas reservas de petróleo na camada do pré-sal, se descortina nova possibilidade de avançarmos no desenvolvimento do país. Por outro lado, surgem novamente àqueles que pretendem abrir ainda mais espaço para que empresas estrangeiras venham se apossar de nossas riquezas. Mas, também, existe a possibilidade de que os recursos oriundos do pré-sal sejam investidos em benefício dos brasileiros.

Por conta disso, a UNE, a UBES e a ANPG tomam o exemplo da geração do “Petróleo é nosso” e lançam a campanha em defesa de 50% do FUNDO SOCIAL DO PRÉ-SAL para a EDUCAÇÃO.
Dessa forma, pretendemos avançar nas mudanças que já estão em curso e ampliar o investimento na educação, que hoje gira em torno de meros 5% do PIB.
Reconhecemos os ganhos que representam o ingresso de milhares de novas pessoas nas universidades por meio do PROUNI e do aumento do número de vagas nas universidades federais, da criação dos IFET's, dentre outras coisas.
Mas sabemos que isso ainda e pouco, pois as estruturas das escolas e universidades precisam muito ser melhoradas e os 14 milhões de analfabetos existentes no país clamam por alguma oportunidade para terem suas vidas modificadas.
Logo, é fundamental fortalecermos essa bandeira de luta. Pautas específicas trabalhadas nos estados nos últimos anos, como a meia-passagem, o passe-livre, a reforma universitária, entre outras, são extremamente importantes. E todas elas podem ser viabilizadas caso a luta pelos 50% do pré-sal na educação seja implementada.
Portanto, é extremamente importante convergirmos o engajamento e a combatividade que nos caracteriza para, juntos, construirmos nas ruas um novo Brasil e um futuro melhor para todos.
Yann Evanovick é Presidente da UBES
Marcadores:
Movimento Estudantil









