Formação Politica

No dia 19/07/08, foi realizado mais um curso de formação política “CBV” (Curso básico em vídeo).
Onde contou com as lideranças das bases, Grêmios Estudantis.
Onde foi debatido o que está acontecendo em nosso país, como um país capitalista dependente, a classe da burguesia e proletariado, mais valia, imperialismo e classe dominantes de trabalhadores.
Onde participarão 16 (dezesseis), pessoas com a ministrição do curso com os professores da escola de formação José Maria e Hildo Montezuma.
Este curso está servindo para politizar a nossa juventude socialista.
Esteve presente o Grêmio Do CEBRB e NEUTEL MAIA. Uma juventude com a cara nova preparando-se para a revolução.

Como dizia “Wladimir Lenin”

“SEM TEORIA REVOLUCIONÁRIA NÃO EXISTE MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO”

Eleições de Grêmio Estudantil da Escola São João Batista


Após alguns dias de muita correria e cansaço, finalmente chegou às eleições de Grêmio Estudantil da Escola São João Batista.
Com bastante empolgação teve duas chapas escritas para concorrer o Grêmio Estudantil.
Tendo como vitoria a chapa (01) da UJS (UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA), que obteve 84,08% dos votos desta escola.
A direção da chapa vitoriosa e formada por:

  • Juliano
  • Renato
  • Luiz Fernando
  • Jerônimo
  • Edilson
  • Leandro
  • Jhonny
  • Paulo
  • Rafael
  • Jackson
  • Ingrid
  • Mª Raimunda
  • Erica
  • Eloir

Fonte: UJS bujari














Plataforma Eleitoral da UJS

Eleições 2008

O Brasil que queremos passa também pela construção de cidades mais justas,
integradas e sensíveis às necessidades da juventude. Por isso, as eleições
municipais desse ano ganham importância nacional. Elas serão mais um processo
de debates e luta política entre o campo progressista, que deseja mudanças mais
profundas em nosso país, e o campo conservador, que pretende acumular forças
com o objetivo de voltar ao governo federal em 2010.
Devemos aproveitar esse período de efervescência e abertura às discussões
políticas para levantar propostas claras e objetivas que atendam aos interesses da
maioria da juventude, pois somos nós os mais afetados pelos problemas das
cidades. A UJS deve apoiar as candidaturas comprometidas em mudar
definitivamente a cara das cidades e do Brasil. É nossa tarefa ser a linha de frente
juvenil nas campanhas – os mais politizados, os mais dedicados, os mais
comprometidos. Atuando com a disposição, ousadia e criatividade que são
características da militância da UJS conseguiremos ser o diferencial nessa grande
batalha. Afinal, se o presente é de luta, o futuro nos pertence!

Plataforma Eleitoral da UJS

Em 2008, a juventude quer muito mais

Como instrumento de agitação, mas também como fator decisivo para o apoio da
UJS às candidaturas majoritárias e de vereadores, a nossa organização vem a
público nessas eleições exigir:

Queremos educação de verdade – pública, gratuita e de qualidade!
A educação pública brasileira ainda está longe de cumprir o seu papel
fundamental. Para além do acesso à escola, precisamos torná-la parte
fundamental do desenvolvimento humanista da juventude. É de responsabilidade
dos municípios a promoção da educação básica do nível infantil ao fundamental.
Exigimos que os nossos candidatos tenham a educação como um dos pontos
estratégicos de suas plataformas eleitorais.
Propomos:

  • Pela implantação de Centros de Referência da Juventude na rede deensino municipal. Além da educação gratuita e de qualidade, é possível que o poder público ofereça políticas plenas e integrais para a juventude.
  • Propomos a descentralização do acesso à inclusão digital e áudio-visual, às práticas esportivas e de lazer, de promoção da cultura e da ciência, aos cursos profissionalizantes a partir da unificação desses equipamentos nas principais escolas da rede municipal, transformando-as em Centros de Referência da Juventude. Os CRJ devem abrir espaço para a participação das organizações juvenis e entidades locais (como Ass. de Moradores, por exemplo) na sua gestão. Além das salas de aulas, esses espaços podem congregar cineclubes, bibliotecas, anfiteatros, Pontos de Cultura, Programa Segundo Tempo etc. Enfim, a escola pode mais e a juventude merece tudo isso;
  • Para isso, é preciso maior investimento público, qualificação e formação de professores e de profissionais das diversas áreas afins, ampliação das estruturas físicas e articulação com a comunidade escolar e incentivo à livre organização dos estudantes;
  • Passe escolar! Aperfeiçoar os mecanismos de acesso dos estudantes ao transporte público. Onde for possível, devemos avançar para o passe livre mecanismo fundamental para derrotarmos a evasão escolar e garantirmos para a juventude a mobilidade urbana.

Emprego pra juventude!
Ainda somos a maior parcela da sociedade que é atingida pelo desemprego ou
pelo sub-emprego. Somos tratados como mão de obra barata, o que só facilita a
exploração. Muitos ainda são explorados através do trabalho infantil, da
prostituição e do recrutamento de jovens pelo crime organizado. É nesse quadro
que a luta por emprego para a juventude se faz inevitável. Precisamos realizar
uma vibrante campanha em todas as cidades por emprego para a juventude e
pelo acesso de todos à formação profissional de qualidade.
Propomos:

  • Criação e/ou fortalecimento dos programas municipais de qualificação profissional, capacitação e inserção dos jovens no mundo do trabalho;
  • Que os órgãos públicos municipais promovam um verdadeiro programa de estágio para estudantes, voltado para o aperfeiçoamento da nossa formação educacional e que não trate o estagiário como mão de obra barata; Pela efetivação da Lei de Estágio;
  • Criação de programas municipais de crédito e micro-crédito para jovens empreendedores;
  • Política efetiva de geração de renda e de incentivo ao cooperativismojuvenil. Estimular ainda as experiências da economia solidária; Saúde para a Juventude Há questões da saúde pública que afetam mais intensamente a juventude, como são os casos da gravidez indesejada, as doenças sexualmente transmissíveis e as drogas. Essas especificidades têm que ser levadas em conta pelo poder público na formulação das suas políticas. Propomos.
  • Programas de tratamento especializado e acompanhamento de problemas de saúde que incidem especialmente entre os jovens e adolescentes nas Unidades Básicas de Saúde; Ampliação do Programa Saúde da Família com atenção à saúde psicológica e assistência social;
  • Programas e ações de esclarecimento e prevenção da gravidez indesejada voltados para homens e mulheres na juventude e adolescência;
  • Programas e ações de esclarecimento sobre sexualidade e DST/Aids voltados para jovens e adolescentes;
  • Campanhas de esclarecimento e prevenção, bem como tratamentoespecializado e acompanhamento psicológico quando necessário, aos jovens com problemas decorrentes do uso de drogas lícitas e ilícitas;Implementação de políticas de redução de danos;

Cultura, Esporte e Lazer
A cultura é fator decisivo para identidade social e a expressão e manifestação da
cultura popular e juvenil. No esporte enxergamos a possibilidade do
desenvolvimento humano, tanto da mente quanto do corpo. Os espaços de lazer
na cidade são vitais para a integração social e a qualidade de vida. Nossas
cidades ainda não possuem equipamentos ou investem muito pouco em cultura,
esporte e lazer. A UJS defende nessas eleições que esses três temas ganhem
destaque por parte dos nossos candidatos.
Propomos:

  • Ampliação dos orçamentos municipais para a cultura, o esporte e o lazer; Criação de Secretarias de Esporte e de Cultura nos municípios onde elas ainda não existem;
  • As prefeituras devem ampliar e reestruturar os espaços e equipamentos para a prática do esporte, além de criarem seus próprios programas deincentivo ao esporte, nos moldes dos programas “Mais Esporte” e “Segundo Tempo”, já desenvolvidos pelo Ministério do Esporte;
  • Criação e/ou ampliação do Fundo Municipal de Cultura; Implementação de programas como o “Cultura Viva – pontos de cultura” em âmbito municipal;
  • Aproveitamento dos espaços e prédios públicos ociosos para a ampliação de espaços públicos culturais; Criação de zonas livres especiais para a preservação e promoção da vida cultural e de lazer noturna da juventude; A cidade que eu quero sou eu também quem constróiJuventude e Participação

Essa primeira década no novo século foi marcada pela ascensão do protagonismo
juvenil. Nunca o tema juventude esteve tão presente no cotidiano dos movimentos
sociais, das organizações da sociedade civil e na pauta dos governos
progressistas. Como fruto disto, conquistamos junto ao governo do Presidente
Lula a criação da Secretaria Nacional de Juventude, o Conselho e a Conferência
Nacional de Juventude. Além disso, tramita na Câmara dos Deputados o Estatuto,
a PEC e o Plano Nacional de Juventude. Essa idéia já tem se irradiado por
diversos estados e municípios e nestas eleições será preciso avançar mais ainda.
Propomos:

  • Criação e/ou fortalecimento de órgãos municipais para executar as políticas públicas juvenis – PPJs (Secretarias, Coordenadorias, etc).

Dotação orçamentária para as PPJs prevista no Orçamento Anual do Município; Criação ou aperfeiçoamento dos Conselhos Municipais da Juventude;
Realização de Conferências Municipais de Juventude periódicas e que
estas sejam capazes de ampliar a participação e o poder de decisão da
juventude na elaboração e efetivação das PPJs;
Criação dos Planos Municipais da Juventude, instrumentos capazes de
definir as metas e os programas fundamentais e permanentes para que a
juventude, além de participar ativamente da política das cidades, também
conquiste direitos e espaços para o desenvolvimento de suas habilidades,
colaborando assim para que as cidades sejam mais humanas e alegres,
com a cara da juventude brasileira.
Como vimos, nas eleições “a parada é não ficar parado”. Vamos exigir mudanças
e garantir nossos direitos, conquistar novos espaços e eleger candidatos
comprometidos com o progresso e a justiça social, pois cidades melhores são a

base para a construção do Brasil que queremos!

Dias de grandes conquistas


Os últimos dias têm sido marcados por boas notícias para a educação em nosso país: Piso nacional para os professores, fim da incidência da DRU nas verbas da educação, aumento de 133% da produção científica, além da implantação do Reuni que tem ajudado na expansão do ensino superior brasileiro.

Foi aprovada pelo senado a promessa da campanha presidencial de 2006 com relação ao piso salarial nacional de R$ 950,00 para professores do ensino básico. A proposta depende agora de sanção do Presidente Lula, a partir daí os professores que ganharem menos do que o piso receberão um terço da diferença neste ano, outro terço em 2009 e mais um em 2010. A expectativa é que 1,5 milhão de professores sejam beneficiados com a medida.

Essa é uma ação de grande importância para acelerarmos a construção de um projeto de país que dê à educação o tratamento que é devido. Não é possível conceber uma educação de qualidade com salários tão baixos como os que são praticados em várias partes do país. Sabemos também que apenas os aumentos salariais não resolverão por si só a situação calamitosa na qual a educação brasileira se encontra, contudo, afirmamos que estamos, nesse momento, dando um grande passo.

A construção de uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade depende, sobretudo da capacidade da sociedade e dos governantes de perceberem que é mais do que necessária a construção de uma profunda reforma do nosso sistema educacional. Uma reforma que elabore métodos pedagógicos eficazes, que possa ampliar ainda mais os investimentos, incentivar e fortalecer a participação da comunidade, investir na formação e na qualificação dos professores e equipar nossas escolas com material capaz de colocar os milhares de jovens em contato com as novas tecnologias.

E para garantir tudo isso ter profissionais bem pagos é fundamental. Um piso salarial dará aos docentes o testemunho do valor que a sociedade confere a sua profissão e representa o início da construção de um processo de valorização do magistério. Nesse sentido nosso objetivo deve ser garantir as condições para construir uma carreira digna para atrair bons profissionais.

Ainda no sentido de garantir mais verbas para a área da educação podemos comemorar o resultado da votação no Senado da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que acaba com incidência da Desvinculação de Receitas da União (DRU) sobre os recursos da educação, o que poderá representar um aumento de sete bilhões no orçamento da educação.

Essa proposta foi aprovada por unanimidade em segundo turno e seguirá agora para a Câmara dos Deputados. A PEC prevê que a desvinculação será gradativa a partir de 2009 e sua suspensão em 2011. Vale lembrar que a DRU é um mecanismo que garante ao governo federal gastar 20% de qualquer arrecadação sem justificar a destinação dos recursos. Ou seja, com a aprovação dessa nova PEC o governo não poderá mais mexer nas verbas destinadas à educação.

Outra boa notícia a ser comemorada é a confirmação do aumento da produção científica aqui no Brasil. Medida em números de artigos publicados em periódicos internacionais, a produção científica brasileira cresceu 133% nos últimos 10 anos.

Dentre os países chamados "em desenvolvimento" o Brasil só não cresceu mais do que a China que por sua vez quadruplicou a publicação de artigos. Com esse resultado o Brasil segue ocupando o 16º lugar em um ranking que lista 233 países. Esse desempenho de 2007 representa mais da metade de toda a produção científica da América Latina.

Por fim podemos falar de vitórias também na luta pela expansão da educação superior. Depois de muitos debates começamos a colher os frutos por ter apoiado e aprovado em várias universidades o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais e a expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica.

O Reuni é uma vitória dos que defendem a expo crescimento e a democratização das universidades. Por causa dele foram aprovados, também no Senado Federal, dois Projetos de Lei que criam cerca de 50 mil cargos em Instituições Federais de Educação Profissional Tecnológica e de Ensino Superior. Essas vagas serão abertas ao longo dos próximos três anos e segundo o Ministério da Educação, a criação dos novos cargos visa dar suporte a implementação do Reuni.

Ainda estamos longe de alcançar o modelo educacional que buscamos, contudo, nunca é demais afirmar que os dias de hoje em nada nos lembra a situação vivida por nós antes de 2002.

Não queremos parar por aí. Para que o Brasil possa continuar nesse rumo é preciso que o Governo Lula continue fazendo sua parte. É necessário que faça a sanção do piso nacional do professor, assim como apoiar na Câmara dos Deputados o fim da DRU na educação.

Marcelo Gavião - Presidente Nacional da UJS

“A UJS (União da Juventude Socialista) mudou seu estatuto e agora aprofundou ainda mais seu caráter democrático, ampliando o espaço das diversas frentes de atuação da juventude como o hip-hop, LGBT, cultura, ciência e tecnologia, esporte”. A informação fez parte do discurso da deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) em que saudou, da tribuna da Câmara dos Deputados, “o resultado dos debates que mobilizaram milhares de jovens este ano no 14º Congresso Nacional da entidade da qual eu faço parte com muito orgulho”, afirmou.


A parlamentar, que tem na juventude seu principal conjunto de eleitores, fez uma citação do manifesto da UJS que, segundo ela, resume as propostas e os objetivos da entidade: ''É para construir essa vida nova que te convidamos. A solidão não cabe para nós, pois vivemos a luta deste tempo - cruel sim, mas também desafiador. Juntos escreveremos a história desse novo Brasil que desejamos”.


O texto continua dizendo que “na União da Juventude Socialista, vão se encontrar as bandeiras vermelhas, verde-amarelas e os nossos anseios, nossa rebeldia, nossa solidariedade e a luta diária pelo socialismo. Não nascemos para o silêncio, nascemos para cantar e viver outra vida, melhor e mais justa. Assim será a república de trabalhadores que ajudaremos a construir. Nela estarão 'os meninos e o povo no poder...'. Nela estará hasteada bem alta a bandeira do socialismo e, nas faces, estampada a nossa alegria.''


O 14º Congresso da UJS, que aconteceu de 12 a 15 de junho, em São Paulo, reuniu 82 mil jovens, entre militantes e novos filiados, de 780 cidades. Os 1.215 delegados discutiram propostas para as políticas públicas de juventude, cultura, emprego e, principalmente, o socialismo com a cara da juventude e do Brasil.


Fundada em 1984, a UJS é uma das maiores entidades do movimento social do País e uma das maiores entidades juvenis do mundo, tendo hoje 130 mil filiados. Manuela destacou ainda, como parte da história da entidade, o fato da UJS ter sido presidida pelo ex-Presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e ter sido uma escola para milhares de jovens que querem mudar o nosso País através da política desde então.


“Digo com muito orgulho que a UJS foi e continua sendo minha referência. A ousadia é uma característica própria da juventude, e a UJS é uma entidade que valoriza e estimula a ousadia, a coragem, a criatividade dos jovens”, afirmou.


Fonte: Vermelho